quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Infinito particular


Por: Marisa Monte

Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

2 comentários:

Camila Paier disse...

Ah, bela música de Marisa, né? Como retrata cada uma de nós com a mesma exatidão, fico encantada! Cada infinito, tão particular; peculiar.
Guria, muito obrigada pelo comentário no post sobre plágio, viu? Agradeço muito o apoio, e é com felicidade que informo também que, o blog foi retirado do ar. Espero que dure, esse meu sossego!
Beijoca

Irisbel Correia disse...

Sempre bela as canções da Marisa... Infinito e finito, só basta saber como olhar.

Poxa que bacana fiquei feliz que a justiça foi feita. Bjkas!